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Museologia Social e Arte Pública

Neste número dos Estudos de Museologia Informal, que terá uma edição em inglês, apresentamos uma reflexão sobre as galerias de arte publica nas cidade contemporaneas. Integramos estas análsie, que temos vindo a fazer desde 2012, quando visitamos o Museu de Casas Tela no Rio de Janeiro, e demos conta de que as cidades dse estavam a tornar em espaços museológicos. Tal como aconteceu nos museus de paisagem no norte da Europa noa anos 20 e 30, lugares, que como sabemos influenciaram o que ficou conhecido como os movimentos dos eco-museus prpotos por Huges de Varine nos anos setenta, estes novos tipos de museus surgem de um modo geral em todas as cidades centporâneas. Dum lado como fazendo parte de movimentos em que os museus saem para a rua, noutros como expressa vontade de intervenção social para a inclusão, ou mesmo noutros casos como formas de intervenção estética e social.

Temos pois vindo a analisar este movimento em diversas cidades, Lisboa, Rio de Janeiro, Maputo, Buenos Aires, Bogotá, Madrid, Tiblsiti, Ereven Londonderry, Córdova. Acontece que nos trabalhos que fomos fazendo acabamos por verificar que esta nova museologia em espaço urbano, acaba por se inserir num contexto de transformação artística.Estamos pois perante um momento de transformação do real. Um momento, que como temos vindo a chamar a atenção, acompanha uma mutação nas funções ou papéis das instituições sociais. Por isso, o debate que ao longo deste ano ocorreu no ICOM, sobre o conceito de museu, sofre dum equívoco fundamental Isto é quanto a nós as instituições de memória (museus, bibliotecas e arquivos) eixaram de se definir pelos seus conteúdos formais, pela sua configuração, para se transformarem em algo que é uma exigência processual. Temos vindo a defender que o que é relevante são os processos de trabalho com a memória e o património para enfrentar os novos desafios societais. Este é um propósito deste trabalho

Sobre a Questão da Arte Pública e a Diversidade Cultural


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Em 2011, a propósito do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, o Centro do Património Mundial da UNESCO organizou uma conferencia para discutir a questão a Arte Pública.

A conferência com o nome “Qual o destino da Arte Pública?”  reuniu vários atores com intervenção na arte contemporânea,  para discutir os seguintes assuntos:

  • A criação do espaço urbano
  • Percepção pública da arte pública no contexto urbano contemporâneo
  • A necessidade de preservar a arte pública
  • • Os impactos económicos e sociais da Arte Pública

O conceito de “arte pública” é uma noção fluída, que a UNESCO considera como “referindo-se a obras de arte originais usando qualquer meio artístico,  numa  localização temporária ou permanente, em espaço exterior ou interior , acessível ao público, e que procura valorizar o espaço e a comunidade, apresentando  significado particular no domínio público“.

Com este colóquio a UNESCO procurou debater as questões da preservação das obras de “arte pública”, tendo em atenção as questões de financiamento e intervenção dos poderes públicos e a formação de políticas públicas.

Simultaneamente a UNESCO procurou desenvolver uma discussão e reflexão sobre o modo como as comunidades urbanas enfrentam as questões da modernização dos espaços e o seu impacto nas identidades das cidades históricas e centros alvo de pressões económicas e sociais.

Bibliografia




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