Arquivo da categoria: Associativismo

Voz do Operário

Documentário de Miguel Costa na RTP sobre o Passado e o Presente da Sociedade “Voz do Operário” RTP 2 01 de Outubro de 2020 (12:00)

Para ver sobre o Projeto Eucativo da Voz : Aqui

https://www.rtp.pt/play/p6252/a-voz-do-operario

<a href="http://&lt;!– wp:paragraph –> <p>https://www.vozoperario.pt/</p&gt; <!– /wp:paragraph –> <!– wp:paragraph –> <p> </p> Uma escola na Cidade

UNIDOS PELO PRESENTE E FUTURO DA CULTURA EM PORTUGAL

UNIDOS PELO PRESENTE E FUTURO DA CULTURA EM PORTUGAL

Exmo. Sr. Presidente da República, Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República, Exmo. Sr. Primeiro-Ministro, Exma. Sra. Ministra da Cultura,

Nos dias 19 e 26 de abril de 2020 reuniram-se as seguintes estruturas representativas do setor: Fundação GDA; Plateia – Associação de Profissionais das Artes Cénicas; CENA-STE – Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos; Performart – Associação Para As Artes Performativas em Portugal; Acesso Cultura; Rede – Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea; e os grupos formais e informais – Precários Inflexíveis; Artesjuntxs; Artistas 100%; Comissão Profissionais das Artes; Intermitentes Porto e Covid; Independentes mas Pouco; M.U.S.A. – Movimento de União Solidária de Artistas; e Ação Cooperativista – Artistas, Técnicos e Produtores.

Deste encontro saiu a clara afirmação de que estas estruturas e grupos, formais e informais, que representam trabalhadores da Cultura e das Artes, estão unidos e empenhados em dialogar para encontrar as medidas urgentes necessárias a implementar neste panorama de emergência gerado pela Covid-19. Ao mesmo tempo, consideramos fundamental agir com responsabilidade cívica, não deixando o futuro para trás.

A Cultura e as Artes são vetores estruturais para o desenvolvimento de toda a sociedade civil portuguesa. Também por isso, importa promover a articulação entre as várias instâncias, num diálogo concertado entre o Ministério da Cultura e os Ministérios do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social; das Finanças; da Educação; e da Economia (também a Secretaria de Estado do Turismo).

O território dos trabalhadores da Cultura e das Artes aqui considerado é bem mais vasto do que a visão normalmente redutora deste setor, incluindo uma multiplicidade de profissões cujo mapeamento é gravemente insuficiente. Reconhecendo esta transversalidade e diversidade, manifestamos a nossa vontade em colaborar no sentido de uma maior justiça e equidade, tendo em conta as necessidades sociais de milhares de trabalhadores de todo o país.

Ao contrário do que tem sido declarado publicamente, as medidas transversais de emergência – entenda-se: medidas de proteção da Segurança Social para trabalhadores independentes e medidas de apoio de emergência do Ministério da Cultura – deixam de fora um número substancial de profissionais desta área. Os casos em situação dramática que vão sendo conhecidos revelam a magnitude da calamidade. Dramática é também a suborçamentação crónica do Ministério da Cultura e a sua falta de capacidade de dialogar com o setor de forma informada, transparente e séria.

Apelamos à criação de uma estratégia a curto, médio e longo prazo para a Cultura e para as Artes, que venha responder a necessidades urgentes:

1. A implementação de medidas de emergência que garantam uma efetiva proteção social, tendo em vista a consagração legislativa da especificidade de intermitência do trabalhador da Cultura e das Artes;

2. A disponibilização de um Fundo de apoio de emergência com valores dignos, adequados à dimensão e ao impacto da situação de emergência no setor.

Paralelamente, este é o momento da criação das bases para:

1. Legislar, adequando a uma perspetiva de futuro, as medidas específicas geradas pela situação de emergência, incluindo também a contratação pública;

2. Mapear o território cultural e artístico e a construção de uma verdadeira política cultural.

Acreditamos que a união destes diferentes grupos e indivíduos e a criação de estratégias em conjunto são sinais inequívocos da disponibilidade de diálogo e solidariedade do setor.

O tempo do presente é de emergência e precisa de respostas e ações, mas estas têm de integrar um trabalho com visão de futuro.

UNIDOS PELO PRESENTE E FUTURO DA CULTURA EM PORTUGAL

Poética da autonomia VI– Museus da Europa e alguns desafios tugas

Aos poucos vai-se tendo um conhecimento do impacto da crise do Coronavirus nos museus. A NEMO (Rede de Organização europeias de Museus) lançou aos seus associados um inquérito que acaba de ser divulgado.

Nas suas Constatações e Recomendações, podemos ler que mais uma vez se constata que é reafirmada a relevância da Cultura (e dos museus) para os tempos de crise. O que não deixa de ser uma posição curiosa pois como já vimos, as entidades culturais não têm sido consideradas relevantes para a solução da crise, embora os seus profissionais não o tenham deixado de proclamar. No tal regresso à “normalidade”, que todos sabemos que será diferente, fala-se muito das escolas, do futebol, do pequeno comércio, das indústrias. Nada de museus para já!

Do que sabemos pelas respostas do inquérito (e que não nos surpreenderá), é que a sua maioria está encerrada. Sejam espaços urbanos (cerca de 75 % do total) que é normal, sejam em espaços “rurais”, se é que ainda fará sentido fazer esta distinção. De nada servem para a saúde. Alguns atuam nas suas comunidades, ajudando no que podem. Pelas nossas terras viu-se pouco, o que não é de admirar dada a distância que persiste neste tipo de organização com o povão. 

Encerramento de portas significou perdas de rendas. Não será fácil recuperar os milhões perdidos com o turismo, ao que se soma a incógnita sobre o futuro do “turismo de massas”. Imagino que a Gulbenkian não seja muito afetada por isso, mas o tal “saco azul” dos Jerónimos e de Sintra não deixará de se ressentir. 

Perante a incógnita sobre o que será o “normal”, há uma consciência de que será necessário mudar alguma coisa. Mais uma vez se proclama que os museus podem ter um papel nessa nova “humanidade”. Mas como sabemos, entre os desejos e as realidades vai uma distância grande.

A NEMO reconhece que no curto prazo é necessário o apoio das entidades públicas para salários e continuidade dos projetos. Embora perspective alguma continuidade dos processos desenvolvidos pelos museus, não deixa de acentuar a “revolução digital” que está em curso.

Ainda que este “digital” seja algo enunciado de forma vaga e imprecisa, defende um aumento dos investimentos nestas áreas. Reivindica, por exemplo “ (…) aproveitar os esforços atuais e permitir investimentos em ofertas, serviços e infraestruturas digitais no futuro. Permitir serviços e atividades digitais de museus e o envolvimento do público digital”.

A questão que estamos perante um tempo novo ganha consistência. Vamos a ver como o debate se instala entre nós. Sobretudo como é que “Novos métodos de trabalho em museus que foram desencadeados por esta crise devem ser considerados para métodos de trabalho futuros e mais flexíveis nos museus em geral (…)”.

Imagino que será algo que a vetusta administração pública tuga e as atuais leis do património e museus terão dificuldade em encaixar, ou flexibilizar nas apertadas normas regulamentares.  Basta dizer que entre nós, por exemplo, um “museu digital” não existe. 

Talvez seja útil lançar essa discussão sobre o “fenómeno” do digital nos museus e património. E talvez fosse útil chamar outras áreas com problemas semelhantes para o debate (por exemplo a neurociência, a psicologia, a saúde, a educaçã . Se os museus continuam a falar só entre sí vai ser difícil “ser digital” e corremos sérios riscos de continuarmos analógicos. Substantivamente analógicos.

Memória dum Mundo Perdido II

Face à profunda crise do setor da cultura em Portugal, diretamente resultante COVID19, será suficiente um pacote de emergência, interrogava num postal anterior.

Talvez sim, nos termos que nos colca Pedro Cardoso Pereira. Será uma oportunidade para fazer uma nova abordagem da gestão do património e dos museus. Uma nova gestão.

Mas independentemente do desenho que esse pacote tenha. Um pequeno exercício sobre o contexto da crise.

A Crise é uma crise da Saude Publica. Tal como tantas outras que ocorreram no passado. A peste negra na idade média. As crises de percevejos que derrotaram as tropas napoleónicas e inglesas em vários cenários de guerra e que estão na base de modernas práticas de higiene; a chamada gripe espanhola nos invernos de 1917-1918. Crise que se deram na Europa e que nos estão mais próximas. Mas outras crises  ouve por esse mundo num tempo mais próximo. A gripe das Aves – a SARS,. A MERS, o Ébola, o Dengue.Talvez tenham sido mais “regionais”. Talvez tenham sido contidas a tempo.

O que sabemos sobre este COVID19 é o seu elevado grau de infeção, que rapidamente se espalhou pelo mundo. Sabemos também que ainda está em expansão. Que o pior pode estar para vir em países da América do Sul, de África e da Ásia. Sabemos que embora ultrapassemos este nosso pico, dentro das nossas fronteiras, vamos ter que estar vigilantes com os “outros”.

Ora estando nós encerrados nos nossos casulos, quem são os outros? Os vizinhos. Os tripeiros ou os alfacinhas? Os espanhóis ou os galegos? Os emigrantes e os refugiados’ os pretos e os ciganos?

Vamos continuar como antes, uma sociedade aberta e tolerante? Ou talvez não…

Quando a crise passar vamos continuar a fazer negócios como sempre?

Aprendizagem Linear e Aprendizagem Expansiva

As aprendizagens lineares, tem como paradigma a aprendizagem do Livro. É uma aprendizagem do mundo conhecido. Parte da experiência vivenciada, integra no conhecimento humano existente, construindo a partir dele.

Por outro lado, as aprendizagens expansivas, trabalham no reino da probabilidade infinita, mobilizando a criatividade.

As teorias da aprendizagem expansiva, surge na Finlândia em 1987, integrando várias dimensões da psicologia, dos estudos de neurociência. Tendo por base aos trabalhos de psicologia de Vygotsky, Leontiev, Ilyenkov e Davydov, que distinguiam a o contributo da atividade histórico cultural para a aprendizagem (em paralelo com a estrutura biológica do cérbero).

Os estudos baseados nesta teoria orientam-se para seis linhas de pesquisa. A aprendizagem como transformação do objeto, A aprendizagem expansiva como movimento na zona de desenvolvimento proximal. A aprendizagem expansiva como ciclos de ações de aprendizagem. A aprendizagem expansiva como cruzamento de fronteiras e construção de redes. A aprendizagem expansiva como movimento distribuído e descontínuo e intervenções formativas.

As teorias da aprendizagem expansiva tem como objetivo entender como é que as aprendizagens se desenvolvem como processo ao longo da vida e ajudam os profissionais a gerar novas aprendizagens, incluindo as novas questões que a humanidade está a enfrentar. Por exemplo, o aquecimento global, a extinção biológica, o crescimento demográfico, a escassez de água potável, etc.

A teoria da aprendizagem expansiva forma-se a partir de análises de baixo para cima, e de fora para dentro, pensando as aprendizagens como redes de sistema de atividade e comunicação, interconectados com objetos compartilhados ou parcialmente e frequentemente contestados. Trata-se de objetos subjetivos que são analisados pela experiência sensorial, pela emoção, pela personificação, identidade e compromisso moral, através da metodologia da Intersubjetividade.

Bibliografia

Yrjö, Engeström, Annalisa, Sannino (2010). Studies of expansive learning: Foundations, findings and future challenges, in Educational Research Rview, Volume 5, Issue 1, 2010, Pages 1-24 .

O Novo Conceito de Museu

Os museus são espaços de democratização, inclusivos e polifónicos para promover um diálogo crítico sobre o passado e o futuro. Reconhecem e abordam os conflitos e desafios do presente, mantêm objetos e espécimes para uso seguro da sociedade, salvaguardam a diversidade das memórias para as gerações futuras e garantem direitos e acesso iguais do património para todas as pessoas.

Os museus não são lucrativos. Eles espaço participativos e transparentes, trabalham em parceria ativa com e para diversas comunidades para coligir, preservar, pesquisar, interpretar, exibir e melhorar a compreensão do mundo, visando contribuir para a dignidade humana e justiça social, igualdade global e bem-estar planetário.

Para mais informações sobre o processo, visite: https://icom.museum/en/activities/standards-guidelines/museum-definition/

Curso de Museologia Social no Rio de Janeiro

A Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro, em parceria com o Raízes de Gericinó convida a todes para Curso de Museologia Social que acontecerá nos dias 14 e 15 de dezembro de 2018.

Sobre o curso: Patrimônio e museus: noções históricas e contemporâneas. Os museus e a museologia no Brasil. Memória social: conceitos e noções. A função social dos museus: questões históricas e contemporâneas. Panorama de políticas públicas voltadas aos museus no Brasil. Experiências de memória e museu na perspectiva da museologia social: A Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro e o Museu Casa de Bumba Meu Boi em Movimento – Raízes de Gericinó. Inventários participativos como registro de memória social.

Dias 14 e 15 de dezembro de 2018.
Sexta e Sábado, das 9:30 às 17h.

Local: Raízes de Gericinó – Museu Casa de Bumba Meu Boi em Movimento
Endereço: Estrada do Gericinó, 80 – Bangu
Rio de Janeiro, RJ – 21863-005
Como chegar: No centro do Rio de Janeiro pegar os ônibus 394 / 398 / 366 sentido Bangu e saltar no ponto da Coca-Cola.

As aulas serão ministradas por João Paulo Vieira e Inês Gouveia.

Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/316277072295380/
Inscrições em: http://goo.gl/EED1YT

Associativismo de defesa do Património

Forte de Santo António da Barra: A primeira batalha foi ganha, mas é só a primeira

omunicado de Imprensa

Forte de Santo António da Barra: A primeira batalha foi ganha, mas é só a primeira

(Pode descarregar o documento original)

Lisboa, Segunda-feira, 21 de maio de 2018

Na sequência duma reportagem do jornal Expresso sobre o estado de degradação em que se encontrava o Forte de Santo António da Barra, no Estoril, quatro associações agregadas no Fórum do Património, nomeadamente a Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, a Associação Portuguesa das Casas Antigas, a Associação Cultural de Cascais e o GECoRPA – Grémio do Património, avançaram, em 24 de janeiro passado, com uma providência cautelar contra os três ministérios com tutela sobre o Forte.

Com esta iniciativa, as associações subscritoras pretendiam obrigar ao ministérios da Defesa, da Cultura e das Finanças, todos com responsabilidade sobre o Forte e a sua envolvente, a tomarem com urgência medidas que permitissem acautelar o valioso património histórico que o edifício encerra.

A iniciativa do Fórum do Património originou, desde logo, duas reportagens televisivas, difundidas em 7 e 9 de fevereiro, que tiveram grande impacto sobre a opinião pública. A própria juíza encarregada do processo realizou, em 5 de março, uma inspeção judicial ao Forte, diligência que permitiu confirmar a situação descrita pelas associações do Fórum do Património: instalações completamente devassadas, vidros partidos, portas e janelas escancaradas, azulejos arrancados, lixo por todos os lados, corroborando o vergonhoso estado a que se tinha deixado chegar o Forte e a sua envolvente. A própria Assembleia da República veio a terreiro, em 17 de abril de 2018, data em que foi publicada a Resolução nº 113/2018 votada em 9 de março, em que se recomendava ao Governo que assegurasse com urgência a proteção e recuperação do Forte.

A providência cautelar requerida pelo Fórum do Património depressa se traduziu em resultados práticos: O Ministério da Defesa, que tem a responsabilidade pela guarda e manutenção do Forte mas se encontra desprovido dos necessários recursos financeiros, viu-se obrigado a assinar rapidamente um protocolo de colaboração com a Câmara Municipal de Cascais. A iniciativa, subscrita pelas quatro associações agregadas no Fórum do Património, levou, assim, à resolução de um impasse que se arrastava há anos e que passava pela conclusão daquele acordo. Após a assinatura do protocolo a Câmara Municipal de Cascais procedeu de imediato às obras de conservação que há muito se impunham.

São obras provisórias destinadas a travar o processo de degradação do Forte, que tornaram agora possível o usufruto do local pelo público interessado no valioso património histórico em presença, enquanto se desenvolve um projeto que conduza à sua adequada valorização.

Esta ação integra-se na estratégia que está a ser posta em prática pelo Fórum do Património de, sempre que necessário, invocar os instrumentos legais e regulamentares aplicáveis e exigir o seu cumprimento, contribuindo, desse modo, para a salvaguarda do Património Cultural Construído (PCC), em linha com a Declaração Final do encontro de abril de 2017, na Sociedade de Geografia de Lisboa. Assim, porque no atual contexto de intensa atividade imobiliária os locais, imóveis ou conjuntos de valor patrimonial se podem constituir em potenciais alvos de operações urbanísticas, as ONG propõem-se intervir em defesa do PCC ao longo das diversas fases dos procedimentos administrativos que incidam sobre tais imóveis ou conjuntos, desde o “pedido de informação prévia” (PIP) até ao licenciamento da obra. Ao longo de todas estas fases, as ONG agregadas no Fórum, propõem-se exigir o cumprimento da Lei nas operações urbanísticas que envolvam o PCC, nomeadamente, a adoção dos princípios consignados nas Leis de Bases do Património Cultural e da Política Pública de Solos, do Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, bem como das medidas de valorização e proteção constantes dos Planos Municipais de Ordenamento do Território e dos Planos de Salvaguarda em vigor. A postura adotada é preferencialmente colaborante, quer junto do promotor, quer junto das diversas entidades que possuem competências sobre o PCC, procurando contribuir para a qualidade dos empreendimentos em causa.

No caso do Forte de Santo António da Barra, O Fórum do Património propõe-se acompanhar o desenvolvimento do projeto de valorização, tendo em vista assegurar o uso compatível da construção e da sua envolvente e evitar a repetição de erros cometidos noutras unidades do património cultural construído do concelho, desvirtuadas por intervenções demasiado intrusivas e pouco consentâneas com os interesses das comunidades locais.

Nesse sentido, as quatro associações subscritoras da providência cautelar, usando das prerrogativas de que gozam as associações nos termos da Lei, dirigiram na passada sexta-feira, 18 do corrente mês de maio, ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cascais um requerimento para serem notificadas de qualquer operação urbanística que envolva o Forte de Santo António da Barra ou a sua envolvente, da iniciativa da própria câmara ou de terceiros.

Para mais informações: info@gecorpa.pt; t: 918 266 247